Cura energética x frequência de cura
Existem muitas técnicas de curas energéticas amplamente difundidas pelo mundo. O Reike, Johrei, o Passe Espírita, entre outras, são alguns exemplos. Essas técnicas são conhecidas pela imposição das mãos sobre o paciente, onde o terapeuta estaria gerando uma energia que faria o equilíbrio das desarmonias ali contidas. Todas são conhecidas como um tratamento energético que, com algumas sessões, ajudam na cura e na harmonização. Hoje, novas técnicas tem surgindo, mas trazendo em si um conceito diferente em relação a sua utilização e efeito. Imagine um carro antigo, da década de sessenta, setenta, como um Fusca. Ele traz em si a mesma premissa de um veículo atual: locomover a pessoa do ponto A ao ponto B. Quando se comparado com um carro modelo 2015, o veículo de 1960 tem muitas diferenças: o carro novo tem mais segurança, mais eficiência no consumo de combustível, maior conforto, etc. Esta é a mesma analogia que fazemos com curas energéticas frente a curas de frequência. Todas as duas têm a mesma premissa, que é a harmonização do paciente. Porém, as técnicas atuais são mais eficientes em relação às técnicas antigas, a começar pelo conceito básico do que entendemos pelo seu funcionamento. Quando pensamos em energia, há conceitos intrínsecos: é necessário um gerador (o terapeuta canaliza um energia e envia) e quanto maior a intensidade, maior será o efeito. A energia funciona como um tratamento, e podem ser necessárias várias sessões para se observar um efeito efetivo. Todos esses conceitos estão atrelados ao que entendemos sobre energia.
Trecho do livro Conexão Quântica de Ricardo Almeida


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